Do "fico" à final do Mundial: como Abel se colocou na discussão de maior da história do Palmeiras

A 90 minutos do título mundial, o Verdão chega para a final contra o Chelsea, neste sábado, às 13h30 (de Brasília), em Abu Dhabi, com uma equipe que inegavelmente é a cara do português, que disputa sua sétima final em pouco mais de um ano no Brasil e busca o quarto título.

Bicampeão da Libertadores e vencedor da Copa do Brasil, Abel já é tratado como um dos maiores técnicos da história do Palmeiras, mesmo que a passagem não seja tão longa. O título mundial, porém, dará argumentos para que ele já seja colocado até como o maior.


''O meu papel aqui no clube é desenvolver nossos jogadores, ajudá-los a serem melhores. O importante é trabalhar com os recursos que tenho, estes são os meus jogadores, os que tem nos dado alegrias. São os que eu conto, os que vieram sabem que o elenco é muito competitivo. Nossa identidade e filosofia é de que a estrela é a equipe.'' — Abel Ferreira, após a estreia no Paulistão.


Se o time que enfrentará o Chelsea é muito parecido com o que jogou a final contra o Flamengo em Montevidéu, é certo que entrará em campo no sábado uma equipe que sabe competir em jogos grandes. E que está preparada para lidar com as "borboletas na barriga" que até Abel diz ter.

O próprio treinador é exemplo deste acúmulo de experiência. Abel saiu do Mundial no Catar dizendo que era tudo muito novo para ele, um treinador de 43 anos de idade e que vinha apenas de trabalhos modestos no Braga, de