Gaeco não vai se instalar em Santo Antônio da Platina

Pelo menos por enquanto estrutura tem sido suficiente

A coordenadora do Gepatria (Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa), Kele Cristiani Diogo Bahena (foto) informou neste domingo, dia cinco, que os promotores têm feito a área criminal sem o Gaeco.

Segundo o npdiario apurou, por enquanto, inexiste projeto para abertura de uma unidade do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado em Santo Antônio da Platina, conforme especulações que circularam nas últimas semanas inclusive no Ministério Público.

O Gaeco conta hoje com oito núcleos, Curitiba, Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Londrina, Maringá e Ponta Grossa.

O Gepatria ajuizou, apenas em 2017, 54 ações civis públicas de improbidade administrativa no Norte Pioneiro. O órgão, estabelecido em Santo Antônio da Platina desde 2003, foi o primeiro especializado na área no Estado, e está, desde 2009, sob a responsabilidade da promotora Kele.

Eventualmente, há a participação, quando necessária, de um agente da Polícia Civil e ainda apoio da Polícia Militar.


A Coordenadoria de Controle Externo da Atividade Policial e dos GAECOs) está a cargo do Procurador de Justiça Leonir Batisti desde 2012. Antes, suas atividades eram desenvolvidas por um Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial e dos Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, então criados pelos Atos-PGJ 159/00 e 04/03. Ambos foram revogados pela RESOLUÇÃO Nº 1355 de 03 de MAIO de 2012, quando foi criada a Coordenadoria.

Entre suas atribuições destacam-se:

– apresentar propostas e sugestões de políticas e programas relacionados às ações policiais e crime organizado, no âmbito do Ministério Público;- acompanhar as políticas nacional e estadual e divulgá-las aos membros do Ministério Público;- prestar auxílio ou atuar em conjunto com os órgãos de execução do Ministério Público, nos procedimentos investigatórios e correlatos;- receber representações ou expedientes reclamatórios de pessoas ou entidades;- priorizar ações tendentes a dar proteção à incolumidade física dos membros do Ministério Público – divulgar as atividades do Ministério Público na área de atuação.

Em âmbito nacional o GNCOC – GRUPO NACIONAL DE COMBATE ÀS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS busca organizar ações integradas de combate ao crime organizado em todo o território nacional.